
O Barcelona sagrou-se campeão da Supercopa da Espanha ao derrotar o Real Madrid por 3 a 2, em final disputada neste domingo(11), em Jidá, na Arábia Saudita. O atacante brasileiro Raphinha foi o nome do jogo, sendo decisivo para a vitória da equipe catalã em um clássico marcado pela alternância no placar e grande atuação dos goleiros.
Equilíbrio tático e gols no primeiro tempo
O técnico Hansi Flick promoveu mudanças no setor ofensivo do Barcelona, com os retornos de Lamine Yamal e Robert Lewandowski ao time titular. Do lado merengue, Xabi Alonso buscou dar solidez defensiva ao Real Madrid recuando Tchouameni para a linha de zaga e utilizando Gonzalo como referência no ataque para pressionar a saída de bola adversária.
Após um início de jogo cauteloso, o placar foi aberto por Raphinha, que aproveitou um erro de Rodrygo no meio-campo para finalizar cruzado, sem chances para Courtois.
A resposta do Real Madrid veio em jogada individual de Vinícius Júnior, que superou a marcação de Koundé e Cubarsí para empatar.

Antes do intervalo, o Barcelona voltou à frente com gol de Lewandowski, mas o Real Madrid buscou novamente o empate nos acréscimos com Gonzalo, aproveitando rebote de uma cabeçada de Huijsen que parou na trave.
Raphinha decide e Joan García garante o título
No segundo tempo, o equilíbrio persistiu até que Raphinha, em jogada individual na entrada da área, finalizou com desvio na defesa, tirando Courtois da jogada e estabelecendo o 3 a 2.

Atrás no marcador, o Real Madrid intensificou a pressão. Vinícius Júnior e Rodrygo forçaram defesas importantes do goleiro Joan García, que se tornou um dos destaques da etapa final. O time de Madrid ainda enfrentou dificuldades físicas, com a saída de Valverde por lesão e a atuação discreta de Kylian Mbappé, que jogou visivelmente limitado por questões físicas.
Panorama das equipes
A conquista da Supercopa reforça o momento positivo do Barcelona sob o comando de Flick, consolidando o bom desempenho de seus principais nomes ofensivos.
Para o Real Madrid, apesar da derrota, a competitividade apresentada em Jidá serve como base para a sequência da temporada, embora a perda do título aumente a pressão sobre o trabalho da comissão técnica em busca de resultados imediatos nas competições restantes.










